Vazio, o prédio.
Desocupado.
Sem vidas em seu interior.
Cercado.
Fechado sobre si.
Abrigava o presente mais recente e o passado mais longínquo - vozes surdas ecoando frases através de décadas, séculos e milênios eternos e imortais.
Agora, tudo se foi.
Que coisa, né, Cousa?
Aguarda o caminho de volta.
Solitário.
Esperará horas, dias, semanas e meses passarem:
- Vera virá.
Uma boa semana para todos. Cuidem-se, vacinem-se, vivam e fiquem com Deus.
