No dia 7 de Setembro, a maior bandeira nas ruas da capital paulista era a estadunidense, cujo governo ameaça até usar as armas a fim de solapar nossas soberania e democracia. Esse é o "nacionalismo" e o "patriotismo" invertidos da extrema-esquerda quinta-coluna brasileira, manifestados no Feriado da Independência sem qualquer pudor, compostura ou constrangimento por sua base social. Triste e lamentável, mas sintomático acerca das intenções dessas pessoas.
Hoje faz exatas cinco semanas que o governo dos EUA começou o tarifaço contra o Brasil, auxiliado por políticos brasileiros "patriotas" de extrema-direita que lá estão, conspirando abertamente contra o país, seus empregos e empresas, a fim de se livrarem do julgamento que hoje ocorre no STF. Não há limites para tal vassalagem e concluio com o governo estrangeiro que está interessado num governo brasileiro títere, que apoie os interesses estadunidenses sobre nossas riquezas. Como não conseguiram sublevar o Exército e a Aeronáutica em dezembro de 2022 e tampouco dar um golpe de estado em janeiro de 2023, agora recorrem às forças armadas de um país estrangeiro, cujo governo nos ameaçou explicitamente.
Essa é a escalada inédita das coisas patrocinadas pelos inimigos internos de nossa soberania e Estado Democrático de Direito. Entrarão para a História Nacional da Infâmia, Silvério dos Reis soará brincadeira de criança perto deles. Com absoluta certeza o governo estadunidense trama uma revolta interna em nosso país que pode levar inclusive a uma guerra civil, que destruiria nossa economia. A extrema-direita quinta-coluna está disposta a tudo por seus interesses, pagará qualquer custo.
Nesse sentido, a infame tentativa de Anistia é apenas mais um capítulo desse estado de coisas. Não será apaziguamento de nada, será, se aprovada, apenas uma demonstração de fraqueza de nossas instituições judiciárias e políticas que, ao contrário, estimulará ainda mais os objetivos da extrema-direita de tomar o poder pela via que seja.
As cartas estão todas sobre a mesa. O futuro de nosso país e do seu povo corre enorme perigo. Podemos entrar num regime autoritário e voltarmos a ser, na prática, colônia. O momento é de extrema gravidade.