João Adolfo Guerreiro
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Meu Diário
26/09/2017 12h02
Campeões de 1977 na Hamburgueria 1903

 

Foi legal ontem pegar autógrafos no livro de Daniel Sperb, do próprio e dos jogadores do Grêmio Campeão Gaúcho de 1977: André Catimba, Cassiá, Ancheta, Oberdan, Tarciso , Eder, Jorge Leandro, Iúra, dos reservas Remi e Gino e do dirigente Verardi.

Simpáticos aos torcedores os jogadores presentes, mas Oberdan e Tarciso se esforçavam mais para agradar, muito educados. Para mim, que comecei pelo futebol justamente naquele ano e por aquele time, foi especial.

Um cara na minha frente na fila dos autógrafos, um alemão alto com a mãe junto, estava com um disco compacto de vinil lançado após o título. Disse que tinha 52 anos e ouviu o jogo pela rádio, em Novo Hamburgo. Ele falava: - Tem aqui no compacto o Sant"Ana dizendo "o Grêmio é melhor que o Inter, eu disse". Na hora dos autógrafos, até os jogadores mostravam surpresa e satisfação com i vinil. E o alemão repetia : - Tem aqui o Sant"Ana...

Circularam pelo local também o grande jornalista e historiador gaúcho Eduardo "Peninha" Bueno e o cineasta e ex-Replicantes Carlos Gerbase. Rateei em não levar meus livros "tricolores" do Peninha para pedir autógrafo. 

O evento ocorreu na Hamburgueria 1903, do Grêmio, no Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre. Trouxe um cerveja 1903 para experimentar.

 


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 26/09/2017 às 12h02
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25/09/2017 10h42
40 anos do Gauchão de 1977

Caiu, como não poderia deixar de ser, num domingo o 25 de setembro de 1977. Foi o ano em que eu aderi ao Grêmio e passei a ter opção clubística, logo, muito especial para mim a data. Eu ouvia o Grenal decisivo do Gauchão com meu pai, pelo rádio. Aos 40 do primeiro tempo, gol do Grêmio! Tadeu Ricci (foto, comemorando) deu um corta luz, a bola chegou em Iúra que lançou André Catimba (foto, "voando") que bateu e venceu o goleiro Benitez (foto, sentado). André foi dar uma cambalhota e teve uma distenção, caindo de cara no chão e saindo da partida.

Eu não vi isso, imaginei pelo rádio. Um Grenal antológico, o Inter era octa campeão Gaúcho e Bi Brasileiro, um timaço, mas o Grêmio trouxe o técnico Tele Santana para acabar com a festa e acabou. Corbo no gol, Ladinho, Eurico, Oberdan, Ancheta (Cassiá), Vitor Hugo, Iúra, Tadeu Ricci, Éder, Tarcido, André Catimba.. Grêmio 1x0, Grêmio Campeão.

Divisor de águas para o Tricolor. O Inter ainda seria campeão invicto do Brasileiro de 1979, entretando o Grêmio conquistaria o país (1981) e, feito então inéditos para o futebol gaúcho a América (1983) e o mundo (1983). 

Hoje, no Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre, às 19 horas, será lançado um livro sobre esse Gauchão. Que saudade dos tempos em que o Gauchão era importante e marcava época.


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 25/09/2017 às 10h42
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07/09/2017 10h06
Nem desfile, nem atividade cívica

Em 1997 (ou 1998?), a Secretaria de Educação de Charqueadas ter trocado o desfile do 7 de Setembro por atividades cívicas nas escolas gerou polêmica. Na Câmara de Vereadores, um projeto tornando obrigatório o desfile cívico foi aprovado. Em 2017, não tem nem desfile e nem atividade na Semana da Pátria. O tempo passa, as coisas mudam, divergências se perdem no passado...


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 07/09/2017 às 10h06
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17/08/2017 17h47
A morte pegou Elvis de bobs no WC

Lembro muito bem da morte de Elvis, dia 16 de agosto de 1977. O cara era uma lenda viva. Eu, ainda um garotinho na década de 1970, via seus filmes na TV (como o da foto acima, "O Seresteiro de Acapulco", 1963). A notícia de sua morte ecoou por todos os meios de comunicação da época, dia e noite, era só sobre o que se falava. Foi algo, para mim, impressionante.

Ontem, portanto, fez 40 anos de sua morte. Quando penso em canções dele, as primeiras que surgem na cabeça são Kiss Me Quick e It's Now Or Never.

Entretanto, um fato prosaico envolvendo sua morte é que ele faleceu no banheiro. Isso mesmo, a morte pegou o Rei do Rock sentado no trono sanitário. Sua namorada encontrou-o ali, sem vida, por volta das duas da tarde. Teria ido ao WC lá pelas 09h30min.

Um antepassado meu, é história em minha família, morreu sentado no WC, também. Então esse fato sempre marcou minha memória.

Somos  tão frágeis, não é mesmo. Tem gente que morre dormindo, mais do que gente que morre no WC. Morremos quando menos esperamos, da maneira mais inesperada possível. Não teve um ator que morreu pendurado dentro de um armário de hotel, asfixiando-se com uma corda a fim de aditivar a masturbação? Pois é, mas daí o cara está se arriscando, não é mesmo. Até que um cara foi segurar um pum na casa da namoradae morreu eu tive notícia, esses dias. Incrível.

Mas quem imagina que vai dormir e morrer? Ir tomar banho e morrer? Ir escovar os dentes e morrer? Ir transar e morrer? Ir se masturbar e morrer? Segurar um pum e morrer? ir defecar e morrer? Mas acontece. Foi assim com Elvis e com o meu antepassado.

Todavia, como disse Mário Quintana, no Caderno H: " O NIVELAMENTO FINAL - nem ao menos a morte iguala a tudo. Se é verdade que todos terminamos cadáveres, uns são os cadáveres de Einstein, se Aga Khan ou de Marilyn Monroe, e outros os de José Fgundes ou o de Joaquininha da Silva..."

Pois é, 40 anos depois, a morte de Elvis ainda é lembrada; 60 anos após a morte do meu parente, quem se recorda ainda dele, fora alguns membros, não todos, de minha família?

Talvez, daqui uns 100 mil anos, nem Elvis será lembrado.

PS - A propósito, quem é esse Aga Khan do qual Quintana fala? Diga sem olhar no Google.


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 17/08/2017 às 17h47
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12/08/2017 16h41
CLARA NUNES

Hoje, se viva, Clara Nunes estaria completando 75 anos. Contemporânea da geração de sambistas de Beth Carvalho e Alcione e de outras artistas como Gal Costa, Maria Betânia e Elis Regina (falecida em janeiro de 1982), a mineira órfã que fez carreira no Rio de Janeiro foi uma excelente cantora de sambas, dona de uma grande voz e uma intérprete ímpar, maravilhosa, que parecia "contar" para o público as historias de suas canções.

Em discos como Claridade (1975), Canto das Três Raças (1976), Guerreira (1978), Esperança (1979), Brasil Mestiço (1980 – foto abaixo), Clara (1981) e Nação (1982), gravou sucessos inesquecíveis, dentre eles O Mar Serenou, Conto de Areia, Viola de Penedo, Feira de Mangaio, Nação, Canto das Três Raças, Morena de Angola, Portela na Avenida, Guerreira, Juízo Final, Na Linha do Mar e A Deusa dos Orixás.

Faleceu em 2 de abril de 1983, aos 40 anos, 28 dias após uma operação de varizes, devido à reação alérgica à anestesia. Dia 17 de agosto, no Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo, em Porto Alegre, acontecerá show em sua homenagem.


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 12/08/2017 às 16h41
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