João Adolfo Guerreiro
Descobrindo a verdade/ sem medo de viver/ A liberdade de escolha/ é a fé que faz crescer.
CapaCapa Meu DiárioMeu Diário TextosTextos ÁudiosÁudios FotosFotos PerfilPerfil Livros à VendaLivros à Venda Livro de VisitasLivro de Visitas ContatoContato LinksLinks
Meu Diário
06/11/2017 11h26
ERASMO CARLOS & HARDEST

Erasmo Carlos contou no show que a primeira vez que ele veio em Porto Alegre foi na inauguração da extinta  TV Piratini, em 1959. Logo, em breve, fartá 60 anos de carreira. Foi muito bom vê-lo ativo e criativo, aos 76 anos, sobre o palco do teatro do Shopping Bourbon Country. Um lição sobre e para a vida da gente, de quer, como diz a canção dele, ´"é preciso saber viver". Isso foi no sábado, dia 4 de novembro.

Billy Brandão, guitarrista solo da turnê Gigante Gentil, mostrou como colocar timbres e técnicas à serviço das canções, excelente o cara.

Depois de ver Erasmo, o The Who, desde 1964 na estrada, e o Agnaldo Timóteo,  aos 81 anos, mandando ver, a gente aprende algo.

Ao fim da noite, lá pelas 00:30h, ainda deu para ver uma pedaço da bamda de hard rock acústico Hardest tocando no Muralha Charqueadas, Muito bons os caras, como sempre.

 


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 06/11/2017 às 11h26
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de João Adolfo Guerreiro). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
31/10/2017 09h49
500 anos das 95 teses de Lutero, hoje!

Em 31 de outubro de 1517, o monge e teólogo Matin Lutero pregava suas 95 teses na porta da igreja de Wittengerb. O Ocidente nunca mais seria o mesxmo.


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 31/10/2017 às 09h49
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de João Adolfo Guerreiro). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
26/10/2017 20h30
"10 DIAS QUE ABALARAM O MUNDO"

Ler esse livro do jornalista estadunidense John Reed leva a uma reflexão sobre os 100 anos da Revolução Russa que dá excelentes dicas sobre a atualidade brasileira, de como um presidente sem legitimidade popular consegue se manter no poder e fazer graves reformas contra os assalariados, num ambiente de baixa consciência de classe e fragilidade de partidos políticos de esquerda e sindicatos. O estudo da Revolução Russa joga luz sobre o presente em nosso país


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 26/10/2017 às 20h30
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de João Adolfo Guerreiro). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
25/10/2017 21h02
Tocando "Olga", nos 100 anos da Revolução Russa

Hoje, 25 de outubro, é o aniversário de 100 anos da Revolução Russa, pelo calendário juliano, em vigência no país à época. E, hoje, tocamos Olga, eu e minha mãe, no Shopping Solar, em Charqueadas, num evento do Conselho Municipal da Mulher, COMDIM.

Olga é uma canção sobre a militante comunista Olga Benário Prestes, fiz a letra e a música e ela entrou no CD de uma das edições da Mostra de Música de Charqueadas.

FOTOShttp://www.souzaguerreiro.com/album.php?ida=18250

OLGA (áudio da canção) http://www.souzaguerreiro.com/audio.php?cod=18258


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 25/10/2017 às 21h02
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de João Adolfo Guerreiro). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
25/10/2017 15h29
Uma perda, uma tragédia

É sempre uma sensação de impotência lidar com a morte, mas a gente vai se acostumando com isso com o passar dos anos nessa vida. A gente pensa que vai se acostumando, na verdade.

Ontem faleceu e hoje está sendo enterrado um colega de serviço, um cara novo, 30 e poucos  anos, o Scott Hood. O seu primeiro nome era Marcos, mas eu preferia chamá-lo pelos sobrenomes, era sonoro e diferente. Teve um acidente de carro, saiu andando do carro, foi para o hospital e depois pra casa. Uns dias e começou a se sentir mal, voltou para o hoispital, de onde não saiu, vitimado por uma infecção generalizada.

Na madrugada de ontem eu tive um sonho ruim, não com ele, mas com os colegas do setor dele e eu acordei de sobressalto às 04 da manhã. pensei nele e tive uma sensação ruim. Afastei o pensamento. Por volta das 09 horas, liguei para uma colega pra saber notícias e ela falou que ele morrera há pouco. Que merda, que bosta isso, eu tinha real esperança de ver o cara entrando lá no serviço de novo, eu não via ele morto em minha mente.

Um cara legal, uma pessoa educada e gentil, novo ainda lá no serviço, uns dois anos. Uma perda para nós, seus colegas, uma tragédia para sua família, pais, irmãos e esposa. Todos os colegas ficaram muito afetados com seu falecimento, principalmente os colegas mais jovens, do último curso, e o pessoal do setor onde ele trabalhava. Os colegas vinham se mobilizando em favor dele, fazendo rifa, pegando dinheiro e depositando na conta da esposa dele, para ajudar com o que precisasse. Era só do que se falava no serviço: da situação do Scott, era uma preocupação constante.

Seguido via ele pela cidade, em eventos, com sua esposa. Recentemente cruzei com ele na saída do Shopping Bourboun Country. Ele entrava no serviço quando eu largava, sempre cruzava com ele, cumprimentava e tal.

A gente pensa que já sabe lidar com a morte dos conhecidos. E, na verdade, não sei se sabemos. O que sei, de verdade, é que a gente sente a perda, lamenta e se sente impotente, contrariado com o fato.

Fica com Deus, Scott Hood. Lamento muito você ter ido tão cedo e dessa forma. Queria ter interagido mais com você, trocado umas ideias. É uma bosta lidar com esse tipo de coisa, com essa impotência.

 


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 25/10/2017 às 15h29
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de João Adolfo Guerreiro). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.



Página 6 de 109 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [«anterior] [próxima»]